Eu, Tu e os meus sapatos

Tweed. Ou ter a mania que sou uma Hepburn dos tempos modernos.

Já escrevi algumas vezes sobre isso mas, mais do que escrever, creio que será suficiente observar o que visto no dia-a-dia. Para quê ser uma Kardashian se posso (tentar) ser uma Hepburn?

Acho que quando comprei o meu primeiro casaco de tweed tinha uns 16 anos. Ainda andava só de ténis e de calças largas com a mania que era rapper mas já tinha olho para a coisa. Claramente.

Há peças que constroem (ou destroem) um look. Os sapatos errados (tantas, tantas vezes que me apetece dizer a meninas na minha timeline do instagram “mais valia cortar a fotografia para não se verem os pés”). A mala errada. O casaco errado. Bem!, e não vamos falar de mãos, cabelo ou dentes porque então mais valia escrever uma dissertação de doutoramento.

Tweed. Voltemos ao tweed. Um casaco de tweed é absolutamente intemporal. Fica sempre bem. Adequa-se a qualquer situação, evento ou circunstância. É super versátil – fica bem conjugado com uns jeans, com uma saia, um vestido, uns calções. Há a história do vestidinho preto mas com o casaco de tweed é mais ou menos a mesma coisa. Nunca me comprometo. Importa ainda realçar que um casaco de tweed pode (e deve) ser uma … Ver artigo completo no Blog

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