Eu, Tu e os meus sapatos

Estar vivo é uma bênção.

Às vezes é um pedido de ajuda.

Noutras ocasiões, mais esporádicas, mera curiosidade.

Por vezes aparecem respostas a uma questão que não coloquei, em jeito de confronto quando não ataquei. Por mensagem. Cara a cara. Nas redes sociais. De amigos, desconhecidos, familiares. “Isso da felicidade que não existe. É uma moda, uma mania de que todos temos de ser permanentemente felizes”. (Não temos. Mas devemos.)

Como é que é isso de estar, ser, apregoar,… a felicidade?

Repito. Não sou guru. Não pretendo ser. Não tenho mantras ou frases feitas bonitas. Não pretendo ter. Não dou workshops. Não pretendo dar. Não sou terapeuta ou especialista. De nada. E muito menos disto da felicidade.

Sou especialista da minha vida. De mim. Dos meus.

Se sempre fui assim? De sorriso fácil, de viver feliz, de espelhar leveza? Não tanto. Mas bastante. A vida mudou(-me)? Gosto de acreditar que a vida, mais do que mudar, molda, aprimora, corrige e lima arestas.

Perguntam como. Como viver com esta leveza? Como ser feliz? E às vezes – muitas vezes, como viver depois da morte? Depois de uma desgraça?

É verdade. A doença da minha irmã foi uma desgraça. A morte dela mais ainda. Ninguém merece morrer com 23 anos. Ninguém merece sofrer ininterruptamente durante … Ver artigo completo no Blog

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