Para Cozinhar

Compota de Amoras Silvestres

Das memórias da minha infância. Apanhar amoras silvestres no caminho mesmo ao lado da casa de aldeia dos meus avós. De estar calor e de as comer ainda quentes: uma na boca e outra na taça. De ter que ter cuidado para não cair na berma que era funda, e de ter tantas vezes nesta tarefa a ajuda da Judite, a minha amiga, vizinha da frente, mais velha do que eu, mas que eu adorava.
Os dias de verão que passava em S. Miguel de Poiares, davam direito a banhos nas água geladas das piscinas da Fraga, enquanto o meu avó, muitas vezes impaciente, lá esperava por mim até que acabasse os banhos e tivesse vontade de ir para casa. Tinha muitas vezes para o lanche, assim que chegava, as filhoses de água da minha avó, polvilhadas com açúcar e canela. As brincadeiras da “Ana de Cabelos Ruivos” na cozinha de cima da avó, que eu achava que era mesmo parecida com a dos desenhos animados. As idas a casa da Judite e da D. Beatriz – com a avó a ajudar a atravessar a estrada – para brincar. A casa era ao lado de uma serração o que me faz … Ver artigo completo no Blog

Sobre o Autor

aMulher

A equipa de aMulher.com

Deixe o Seu Comentário

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.