Eu, Tu e os meus sapatos

Caramba isto não (me) custa nada

E é tão bom!

Devo ser das poucas mulheres que logo nas primeiras semanas da suposta exaustão, da esperada (mas nunca chegada) dificuldade dos primeiros tempos, está desejosa de ficar grávida outra vez.

E não, não são as hormonas aos saltos a fazer um baile cá dentro porque este desejo mantém-se no tempo… E nunca desaparece.

Há momentos que são menos fáceis na gravidez mas não há nada melhor do que sentir uma vida a crescer dentro de nós.

Há instantes menos fáceis no parto (no meu caso acontecem porque o meu corpo tem uma qualquer aversão à epidural) mas não há sentimento que se compare ao que nos assola quando vemos, sentimos e cheiramos o nosso filho pela primeira vez.

Há minutos menos fáceis nos primeiros dias quando eles se lembram de ligar a sirene e nós não sabemos (ainda) muito bem por quê. Felizmente tive a sorte de tal não acontecer com a donzela e ser muito pouco frequente com o mais recente pintassilgo.

Mas não há nada, mesmo nada, que desde o primeiro dia em que sei que vou ser mãe, não me faça ter pena de não poder viver estes sentimentos ad eternum.

E para quê então este texto? Como … Ver artigo completo no Blog

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