Eu, Tu e os meus sapatos

Calha a todas. As mães – entenda-se.

Calha a todas. Quero acreditar que sim.

Que não interessa se é a primeira gravidez ou a segunda. E desconfio que acontece o mesmo à terceira ou à quarta ou à quinta.

E quando já se apanhou um susto na primeira esta bebé parou de crescer e tem de sair já… E quando se tem uma filha que é aparentemente saudável mas há sempre “se”, uma dúvida, mais um exame, mais uma terapia, mais qualquer coisa porque nem os médicos conseguem dizer sim ou sopas e escutamos um eterno “nim”… Primeiro é aquela forma de estar muito minha. Nada pessimista mas sempre muito realista. As coisas não acontecem só aos outros. Não sofro por antecipação – nunca sofri e a vida ensinou-me a reforçar essa forma de estar, mas também não vivo numa alegre inconsciência. Reforço – as coisas (más – claro), não acontecem só aos outros. E, infelizmente, também não existe uma quota parte limitada de coisas menos boas. Ou seja, não é porque já levamos o nosso karma em cima que não estamos sujeitos a outro tapete puxado (é mais uma cratera no chão) debaixo dos pés às 5h de uma qualquer manhã.

E então sobem as … Ver artigo completo no Blog

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