Para Cozinhar

Bolo de Chocolate, Beterraba e Azeite

Tento encarar as coisas sempre pela positiva. De ver sempre o copo meio cheio. De ser optimista. De esperar pelas coisas boas. De acreditar na bonança depois da tempestade. De ver o lado bom das pessoas. De arranjar desculpas para atitudes que considero menos corretas. De pensar que algo de bom nasce de coisas mais negativas. De pensar que melhores dias virão. Que mais vale tarde do que nunca. Que vamos sempre a tempo de corrigir coisas más. Que as coisas não são feitas por mal. Tudo isto porque não gosto de palavras negativas. De dias cinzentos, de palavras meias ditas, de atitudes escondidas, de jogos de sentimentos. Principalmente porque gosto de sentir que as coisas, as pessoas, as relações, as atitudes, os gestos e as palavras valem a pena. E depois há alturas – e dias, e coisas cá minhas – que me fazem pensar que, provavelmente, não vale a pena. Não vale a pena querer que esteja tudo sempre bem. Não vale a pena esperar dos outros aquilo que lhes estamos a dar. Não vale a pena estar sempre atento e disposto. Não vale a pena achar que merecemos. Não vale a pena fazermos tudo bem ou tão … Ver artigo completo no Blog

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