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Um café com… Diana Chaves

Diana Chaves considera-se ambiciosa quanto baste, pois não vive obcecada com o alcançar de metas. Também não é de criar expectativas que possam descambar na fantasia. Tem os pés na terra.

Gosta do imprevisto, não tem medo e atira-se. Na sua mais recente incursão televisiva, ao lado de Marco Horácio, corria riscos. Em "Salve-se quem puder", não havia um papel onde se escondesse, cabia-lhe exclusivamente ser ela própria e ainda por cima em interacção com Marco Horácio, este, pelo contrário, dono de uma vasta experiência de palco, na apresentação e no humor. O saldo dificilmente poderia ser tão positivo para Diana Chaves este ano. Ela própria o reconhece. Agradou à crítica e à estação, que volta a apostar no formato na Primavera. Como actriz, ousou fazer de homossexual na novela "Podia acabar o Mundo", onde protagonizou o primeiro beijo lésbico da televisão nacional.

Dá importância à passagem de ano?

Para ser franca, não ligo muito a datas… Sou mais do género de gostar de viver um dia de cada vez.

Começou com o pé direito?

Tento sempre começar com pensamento positivo! Isso é que é importante.

Quais foram os principais desejos para 2010?

Não gosto de criar muitas expectativas. Portanto, se este ano for igual ao que passou, já é muito bom!

Considera-se ambiciosa?

Ambiciosa no sentido de ter objectivos, sim. Gostaria muito de poder continuar a trabalhar naquilo que gosto e, claro está, continuar a explorar a representação e a condução de programas. Conciliar as duas actividades.

Disse que 2009 foi o melhor da sua carreira e vida pessoal. Acha que o resultado dependeu das suas escolhas?

O ano de 2009 foi de facto muito positivo. Experimentei a apresentação de programas, continuei a trabalhar e a crescer como actriz, portanto acredito que foi uma aposta que resultou.

Como se vê como apresentadora?

Um dos meus objectivos era conduzir um programa de entretenimento. Tive o privilégio de trabalhar com uma equipa de profissionais extraordinários que muito contribuíram para o sucesso do "Salve-se quem puder".

O que mais lhe agrada na apresentação?

Talvez o factor imprevisto seja aquilo que mais me atrai. Afinal, temos de ir reagindo ao que acontece e, no caso, com outro apresentador.

Como ficou a sua relação com o Marco Horácio? Voltaram a ver-se?

O Marco é um excelente profissional e foi uma mais-valia nesta minha primeira incursão enquanto apresentadora.

Este ano, mudou residência do Norte para a área da Grande Lisboa. Quais as vantagens de morar perto da capital?

Vivo em Lisboa desde que nasci!

in http://jn.sapo.pt/

 

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