Saúde & Beleza

Saltos altos podem provocar dores nas costas

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No âmbito da campanha Olhe pelas Suas Costas, a Associação para o Desenvolvimento da Ortopedia na Madeira recomenda que os portugueses usem calçado confortável e evitem os saltos altos, de forma a prevenir as dores nas costas e as doenças que afectam a coluna que representam mais de 50 por cento

das causas de incapacidade física e são uma das principais causas de ausência no trabalho em todo o mundo.
De acordo com o Dr. Mário Pereira, médico ortopedista, “para a prevenção dos problemas da coluna vertebral é preciso manter a condição física, fazer exercício físico regular, evitando desportos violentos, não usar saltos altos e ter muito cuidado com a postura corporal principalmente nas profissões mais sedentárias”.
O médico aconselha também que se deve procurar ajuda médica “em caso de dor violenta que dure há mais de 3 semanas, dor que se estende aos braços/mãos e pernas/pés, dormência ou perda de força nos braços e pernas e dor que se agrava com o repouso ou surge à noite”.
Um estudo recente elaborado pela empresa Spirituc – Investigação Aplicada indicou que 32,6 por cento dos portugueses sofre de dores nas costas diariamente e que 65,1 por cento já tem essas dores há mais de 5 anos.
A investigação revelou ainda que 28,4 por cento dos portugueses sente que a sua actividade profissional já foi prejudicada ou comprometida de alguma forma pelo facto de ter dores nas costas.
A campanha Olhe pelas Suas Costas é uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna, da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia e da Sociedade Portuguesa de Neurocirurgia (SPNC). Para mais informações consulte o website: www.olhepelassuascostas.com

Ficha técnica: Para a realização deste estudo, a empresa Spirituc-Investigação Aplicada, responsável pela investigação, inquiriu uma amostra de 602 pessoas que revelaram sofrer de dores nas costas, com mais de 18 anos, de ambos os géneros, residentes em território continental. A amostra apresenta uma margem de erro de 4,0 por cento para um intervalo de confiança de 95 por cento.

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