Eu, Tu e os meus sapatos

Quatro semanas de Rodrigo sem filtros.

Já sabíamos que o que viesse seria incomparavelmente mais difícil que a irmã. E por quê? Ela foi mesmo sempre um nenuco. Era um nenuco. Mas respirava. E fazia cocó a sério. E mamava como gente grande. E era aqui que terminavam as suas características de bebé real. Não chorava. Mesmo nunca. De nada e por motivo algum. Adormecia sozinha e literalmente de qualquer maneira. Dava zero, mas mesmo zero, trabalho. Nem nas vacinas, nem para arrotar, nem com cólicas, nem com rotinas, nada nada nada. Por isso já sabíamos. Sabíamos que não sendo igual, seria sempre incomparavelmente mais difícil. Tão só e apenas porque o termo de comparação roça o surreal (ela é minha filha e eu ainda acho surreal).

E tinha medo. Medo de não saber cuidar (afinal, com a Maria não aprendemos nada). Senti-me (e ainda sinto) mãe de primeira viagem. E o medo de não amar igual. Desenganem-se. Não era esse medo que as mães de segundos filhos sentem. Era um medo mais concreto… “Se ele for como os outros bebés, vou estar sempre a comparar com a Maria”… e a Maria vai sempre ganhar qualquer pseudo-maratona do bebé mais fácil de cuidar…

Mas ele nasceu e … Ver artigo completo no Blog

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