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Procura de motas pelas mulheres triplica em três meses

As mulheres estão cada vez mais adeptas das motas. Prova disso é que a procura por esta solução de mobilidade triplicou em apenas três meses. As contas são da Honda Portugal e da Yamaha.

De acordo com a primeira, em Agosto, as mulheres representavam «menos de 5%» das compras de motociclos 125cc da Honda, enquanto que, neste momento, protagonizam já «entre 20 a 30%» do total, como disse à Lusa Carlos Cerqueira, director de Marketing da empresa. Já pelas contas da Yamaha, o crescimento foi de 15 por cento.

Este aumento deve-se à nova lei (nº78/2009), em vigor desde 14 de Agosto, que habilita os condutores de ligeiros, com 25 anos ou mais, a conduzirem motociclos com cilindrada até 125 centímetros cúbicos (cc) sem necessidade de carta de mota.

Marcas vão alargar oferta disponível

Com a nova lei surgem novos adeptos destes veículos. «A mota tem sido vista como um produto mais emocional, mas é agora encarada como uma boa solução de mobilidade, em alternativa aos transportes públicos», explicou Carlos Cerqueira.

Poupança em termos de tempo no trânsito e em combustível, assim como, facilidades acrescidas no parqueamento, isenção do imposto de circulação e seguros mais baratos, são os factores apontados pelas duas marcas como grandes motivadores na hora de escolher por uma mota.

Feitas as contas, a Honda vendeu, em Setembro e Outubro, tanto quanto nos primeiros sete meses do ano (471 unidades de 125cc), enquanto que a Yamaha vendeu, de Janeiro a Outubro, 1.138 unidades contra 516 em todo o ano de 2008.

Por isso, as marcas planeiam «ajustar a gama» disponível: a Honda vai comercializar mais três modelos e a Yamaha vai lançar, em 2010, uma nova scooter.

Seguradoras «actualizam» oferta a novos clientes

Quem também está a sentir as mudanças no sector são as seguradoras que se vêem obrigadas a «actualizar» a oferta.

De acordo com as contas da Fidelidade-Mundial e da Império Bonança avançadas à Lusa houve, nos últimos dois meses, um aumento de 60% nos novos contractos de seguros efectuados para motociclos entre 50 e 125 cc, o que justificou uma «actualização» da oferta destinada a este tipo de veículos.

in As mulheres estão cada vez mais adeptas das motas. Prova disso é que a procura por esta solução de mobilidade triplicou em apenas três meses. As contas são da Honda Portugal e da Yamaha.

De acordo com a primeira, em Agosto, as mulheres representavam «menos de 5%» das compras de motociclos 125cc da Honda, enquanto que, neste momento, protagonizam já «entre 20 a 30%» do total, como disse à Lusa Carlos Cerqueira, director de Marketing da empresa. Já pelas contas da Yamaha, o crescimento foi de 15 por cento.

Este aumento deve-se à nova lei (nº78/2009), em vigor desde 14 de Agosto, que habilita os condutores de ligeiros, com 25 anos ou mais, a conduzirem motociclos com cilindrada até 125 centímetros cúbicos (cc) sem necessidade de carta de mota.

Marcas vão alargar oferta disponível

Com a nova lei surgem novos adeptos destes veículos. «A mota tem sido vista como um produto mais emocional, mas é agora encarada como uma boa solução de mobilidade, em alternativa aos transportes públicos», explicou Carlos Cerqueira.

Poupança em termos de tempo no trânsito e em combustível, assim como, facilidades acrescidas no parqueamento, isenção do imposto de circulação e seguros mais baratos, são os factores apontados pelas duas marcas como grandes motivadores na hora de escolher por uma mota.

Feitas as contas, a Honda vendeu, em Setembro e Outubro, tanto quanto nos primeiros sete meses do ano (471 unidades de 125cc), enquanto que a Yamaha vendeu, de Janeiro a Outubro, 1.138 unidades contra 516 em todo o ano de 2008.

Por isso, as marcas planeiam «ajustar a gama» disponível: a Honda vai comercializar mais três modelos e a Yamaha vai lançar, em 2010, uma nova scooter.

Seguradoras «actualizam» oferta a novos clientes

Quem também está a sentir as mudanças no sector são as seguradoras que se vêem obrigadas a «actualizar» a oferta.

De acordo com as contas da Fidelidade-Mundial e da Império Bonança avançadas à Lusa houve, nos últimos dois meses, um aumento de 60% nos novos contractos de seguros efectuados para motociclos entre 50 e 125 cc, o que justificou uma «actualização» da oferta destinada a este tipo de veículos.

As mulheres estão cada vez mais adeptas das motas. Prova disso é que a procura por esta solução de mobilidade triplicou em apenas três meses. As contas são da Honda Portugal e da Yamaha.

De acordo com a primeira, em Agosto, as mulheres representavam «menos de 5%» das compras de motociclos 125cc da Honda, enquanto que, neste momento, protagonizam já «entre 20 a 30%» do total, como disse à Lusa Carlos Cerqueira, director de Marketing da empresa. Já pelas contas da Yamaha, o crescimento foi de 15 por cento.

Este aumento deve-se à nova lei (nº78/2009), em vigor desde 14 de Agosto, que habilita os condutores de ligeiros, com 25 anos ou mais, a conduzirem motociclos com cilindrada até 125 centímetros cúbicos (cc) sem necessidade de carta de mota.

Marcas vão alargar oferta disponível

Com a nova lei surgem novos adeptos destes veículos. «A mota tem sido vista como um produto mais emocional, mas é agora encarada como uma boa solução de mobilidade, em alternativa aos transportes públicos», explicou Carlos Cerqueira.

Poupança em termos de tempo no trânsito e em combustível, assim como, facilidades acrescidas no parqueamento, isenção do imposto de circulação e seguros mais baratos, são os factores apontados pelas duas marcas como grandes motivadores na hora de escolher por uma mota.

Feitas as contas, a Honda vendeu, em Setembro e Outubro, tanto quanto nos primeiros sete meses do ano (471 unidades de 125cc), enquanto que a Yamaha vendeu, de Janeiro a Outubro, 1.138 unidades contra 516 em todo o ano de 2008.

Por isso, as marcas planeiam «ajustar a gama» disponível: a Honda vai comercializar mais três modelos e a Yamaha vai lançar, em 2010, uma nova scooter.

Seguradoras «actualizam» oferta a novos clientes

Quem também está a sentir as mudanças no sector são as seguradoras que se vêem obrigadas a «actualizar» a oferta.

De acordo com as contas da Fidelidade-Mundial e da Império Bonança avançadas à Lusa houve, nos últimos dois meses, um aumento de 60% nos novos contractos de seguros efectuados para motociclos entre 50 e 125 cc, o que justificou uma «actualização» da oferta destinada a este tipo de veículos.

in http://diario.iol.pt/

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