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Os faqueiros do Estado

Acabei de ver agora a peça sobre a aquisição de faqueiros por parte do Estado e conclui que nunca tinha pensado sequer neste assunto… E que assunto interessante.

Quando recebemos visitas gostamos de as receber bem. Em casa dos meus pais (p.ex.) quando há visitas os pratos, copos e talheres são os das visitas. As visitas não comem nas nossas loiças do dia-a-dia. Posto isto percebo perfeitamente a necessidade que Portugal tinha em comprar cutelaria. Percebo porque somos um povo que gosta de receber bem. E percebo perfeitamente que estando em Portugal não se queira apresentar às visitas um faqueiro sueco (make in IKEA). Eu percebo isso. Era mais barato? Era! Mas era sueco. Uns talheres Zara Home também não seriam de marca portuguesa… Mas quer dizer temos a Cutipol que era capaz de sair mais barata.

Ora se a cutelaria nacional está assim tão cara eu por mim voto a favor de começarmos a servir às visitas do Estado um belo cozido à portuguesa com pauzinhos… Dizemos que é típico e poupamos algum em faqueiros. Suponho que comprar hashi (os chamados pauzinhos) acabe por nos sair mais barato.

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