Eu, Tu e os meus sapatos

O talho no mercado de Alvalade…

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O talho no mercado de Alvalade de onde ele trazia mioleiras sempre e só de borrego para a neta (preparadas à frente dele ou arranjadas por ele próprio).

A churrasqueira na Avenida da Igreja onde íamos buscar frango assado quando a avó não tinha tempo para fazer o almoço .

Mais tarde, o restaurante por trás do mercado onde íamos almoçar de quinze em quinze dias quando ias fazer análises. Aproveitava que era um pulinho desde a cidade universitária e furava as aulas. Deixava o carro mal estacionado mas não fazia mal. Na maioria das vezes éramos só os dois. Às vezes três se a avó ou a mãe se juntavam. Outras vezes mais, se calhava e tinha as mulheres todas da vida dele à beira.

Antes disso, mais miúda, quando ia com a avó ver as montras (e gastar as notas do avô).

Em gaiata, com a titi madrinha para lanchar no centro comercial junto à rotunda.

Alvalade traz-me tantas e tantas memórias. Todas boas. Todas felizes.

Estar em Alvalade é isto. Mais do que a loucura do estacionamento. Ou das lojas novas alternativas que nascem todos os dias. Estar em Alvalade é lembrar-me de mim e dos meus. E de momentos felizes.

Por isso, ter … Ver artigo completo no Blog

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