Eu, Tu e os meus sapatos

Do verbo procrastinar

Quem me conhece vai dizer que se há palavra que não combina comigo é esta: procrastinar… porque o que me dizem tantas e tantas vezes é que preciso de abrandar.

Mas estão enganados. Eu procrastino. E muito!

Uma semana e meia sem empregada foi o suficiente para me abrir a pestana e fazer baixar em mim uma fraquinha fada do lar. Não, não pensem que me vou queixar sobre não ter empregada porque há meio mundo sem empregada. Eu sei que há. Nada disso. Não me vou queixar. Ou melhor, sim, vou queixar-me. Mas sobre mim própria e a minha procrastinação.

Cá em casa somos todos mais ou menos arrumados. Aquelas regras básicas do dia-a-dia são cumpridas pelos 3 (o pobre Rodrigo ainda não entra na equação da desarrumação): as camas são feitas antes de sair de casa, não se deixa louça suja no lava-louça, não há brinquedos espalhados pelo chão da casa, a roupa é imediatamente colocada na tulha quando é despida (e ele tem o hábito maravilhoso de despir o fato e colocar logo no cabide), as almofadas da sala ajeitadas à noite e o quarto dela arrumado depois da brincadeira. A coisa vai-se mantendo com um ar decente. Entretanto entra … Ver artigo completo no Blog

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