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Azia, como evitar.

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O melhor tratamento para a azia é mudar o estilo de vida e a dieta, em combinação com medicamentos, que correspondem a apenas 10% do tratamento da azia.

Cerca de 90% dos casos são resolvidos com mudanças nos hábitos alimentares e algumas restrições. Existem muitos medicamentos adquiridos sem receita médica que visam aliviar a azia, mas nenhum é recomendado para uso muito prolongado. As mulheres grávidas, crianças e pessoas com úlcera ou problemas nos rins devem consultar um médico antes de usar qualquer tipo de remédio para azia.

Antiácidos – Esses medicamentos dão alívio imediato, mas não resolvem o problema.

Os antiácidos que contêm magnésio podem causar diarréia, enquanto que os que contêm cálcio podem causar constipação. Se uma dose única não acalmar o sintoma, o problema pode ser mais grave e você deve procurar um médico. Não é recomendável usar antiácidos regularmente. Os efeitos colaterais podem piorar e também mascarar os sintomas que requerem atendimento médico, além de também interferirem na absorção de outros remédios.
Medicamentos que fazem bem – Consulte o médico sobre a conveniência de usar remédios como bloqueadores H2 que evitam a produção de ácido pelas células gástricas, inibidores de bombe-amento de prótons ou medicações que reduzem a azia acelerando o esvaziamento do estômago. Não faça automedicação, pois todos eles têm contra indicações e a interação com outros remédios, principalmente para o coração, pode ser prejudicial.

Veja como pode evitar ter ataques de azia:

Medicamentos que pioram -Anti-histamínicos, anticoncepcionais orais, medicamentos para hipertensão, coração, asma e sedativos podem agravar a azia porque diminuem a resistência do esfíncter esofágico inferior. Converse com o médico e veja se é possível mudar o remédio ou reduzir os efeitos.

Alimentos que pioram – Alguns alimentos pioram a azia. Frutas cítricas, cebola, tomate, molhos de tomate, comidas gordurosas, frituras, especialmente carne, vinho tinto, café, chá, mate, bebidas com gás, bebidas alcoólicas, chocolate, produtos com menta e hortelã e amendoim devem ser evitados.

Não comer demais – Fazer refeições menores com maior frequência. Quando a quantidade é grande, o alimento se acumula no estômago forçando os sucos digestivos para cima. Ao invés de fazer grandes refeições no almoço e no jantar, o que faz o estômago produzir muito ácido, coma de quatro a seis pequenas refeições ao longo do dia. Não comer alimentos pesados à noite. Evitar frutas e verduras de difícil digestão como melancia, melão, pimentão, pepino e berinjela.

Leite náo resolve — Ao contrário do que se pensa, o leite não é remédio para a azia, embora alivie momentaneamente. O leite não previne a acidez e em 30 minutos ela pode piorar ainda mais.
Limitar o álcool – Muitas bebidas que contêm álcool relaxam o esfíncter esofágico inferior, provocando azia.

Evitar a cafeína – A cafeína do café, chá e chocolate aumentam a produção de ácidos no estômago, levando à azia.

Soltar o cinto – Se comer mais que o usual, você deve soltar o cinto para não apertar o estômago e forçar os ácidos para cima.

Não tomar líquido nas refeições – A digestão só ocorre depois que o conteúdo líquido que está no estômago foi absorvido, o que retarda o processo digestivo. Quem come muito e acompanhado de líquidos, leva quatro ou cinco horas para digerir os alimentos.

Evitar a prisão de ventre – Forçar o intestino aumenta a pressão abdominal provocando azia. Aumente a ingestão de fibras e líquidos, que facilitam a eliminação do alimento digerido.

Náo deitar após as refeições — Fazer uma refeição pesada e deitar em seguida, força a saída dos sucos digestivos para o esófago. E melhor ficar de pé pelo menos algumas horas antes de deitar, ou então sentar numa cadeira confortável. O corpo inclinado para cima evita que os ácidos estomacais se movimentem no esófago. Levante a cabeceira da cama para dormir, colocando calços sob o colchão.

Parar de fumar — O cigarro afeta o esfíncter esofágico inferior e permite a entrada dos ácidos estomacais no esófago.

Reduzir o estresse diário – O estresse aumenta a produção de ácido no estômago. Procure formas de controlá-lo com terapia, relaxamento ou exercícios físicos.

Perder peso – O excesso de peso força o esfíncter esofágico inferior contribuindo para seu enfraquecimento.

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