Eu, Tu e os meus sapatos

A bipolaridade da (minha) maternidade (à vista dos outros)

Grávida de 33 semanas.

Para quem ainda não esteve neste estado baleiês ou casado com alguém nesta condição (e não é profissional de saúde), quer isto dizer que estou grávida de 8 meses. Faltará um mês e meio para a criança nascer, mais coisa menos coisa.

(Ficam já a saber também que quem criou o mito que diz que a gravidez dura 9 meses nunca esteve grávido.)

Há algumas semanas (várias e largas semanas) que sou diariamente confrontada com a questão “Então e quando é que vais para casa?”… Oi? “Vou para casa quando a criança quiser nascer que isto não se planeia ou prevê” – e do lado de lá começa a cair o Carmo… “Então e não vais descansar??? Olha que depois dele nascer não descansas!”… E, quando começo a tentar explicar que isso do descanso não é propriamente um bem cumulativo e armazenável, cai definitivamente a Trindade. Ou o queixo da pessoa.

Eu sei que a maioria das mulheres vai para casa aos 8 meses de gravidez, muitas aos 7 e umas quantas – e infelizmente nesses casos já normalmente por questões de saúde mais preocupantes, mais cedo. E tudo bem. Se eu me arrastasse, se estivesse com os pés inchados … Ver artigo completo no Blog

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